A raça Santa Inês

A raça de Ovinos Santa Inês teve origem na década de 50, quando o animal era chamado de Pêlo-de-boi. Originário do Nordeste brasileiro, o Santa Inês é resultado do cruzamento das raças Bergamácia, Morada Nova e Somalis. As características atuais do animal são resultado da seleção natural e dos trabalhos de seleção genética.

O tipo de Orelha, o formato da cabeça e os vestígios de lã evidenciam a presença da raça Bergamácia. Já a condição de deslanado e as pelagens são traços da raça Morada Nova, enquanto que a raça Somalis também deixou a sua marca no Santa Inês, através da gordura que pode aparecer em torno da cauda.

Uma coisa é certa para identificar um autêntico Santa Inês: todos eles têm corpos grandes, pernas compridas, orelhas pendulares e longas, e não apresentam chifres. A pelagem pode ser chitada, vermelha ou preta.

A raça surgiu como uma excelente alternativa para criadores brasileiros, que buscavam animais de grande porte e pêlos curtos, produtivos e perfeitamente adaptados às condições climáticas do Brasil. Além destas características, o ovino possui uma ótima conformação de carcaça, é bastante fértil, prolífico e precoce.

Os machos chegam a pesar de 100 a 150 quilos e as fêmeas, de 80 a 100 quilos. Elas se destacam também pela habilidade materna e pela excelente capacidade leiteira. Com carne de boa qualidade e baixo teor de gordura o Santa Inês é adaptável a qualquer sistema de criação.

Responsáveis pela criação.

· Wilson Freitas
Engenheiro Agrônomo
CREAES: 2791 – 55 27 99818805

· Marcelo Freitas
Médico veterinário
CRMVES: 01110 – 55 27 81353983



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